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Visão Sistêmica da Estrutura Funcional Institucional da AAO

Mandala das 12 Pétalas Representativas das Áreas de Ação Institucional da AAO

  1. Nível interno da mandala ou seu centro irradiador: traduz a existência institucional da AAO, comprometida com a sustentabilidade local da espécie humana, para oportunizar o pleno desenvolvimento e realização de seu potencial criativo e realizador no âmbito do planeta terra.
  2. Primeira esfera de pétalas: a partir da convivência consigo, com o próximo, com a natureza e com nossa sociedade podemos estimular o desenvolvimento da consciência humana social e ambiental; este processo cíclico da expansão da consciência humana, social e ambiental que vivemos na atualidade deve promover o comércio justo, os serviços de assistência técnica e gerencial, com uso de tecnologias apropriadas para disseminar por todo o país o papel da produção orgânica na promoção da saúde da espécie e do planeta.
  3. Segunda esfera de pétalas: ao convivermos com os recursos naturais, no âmbito de sua rica diversidade de ecossistemas, pesquisadores, produtores orgânicos e consumidores são capazes de inferir leis e mecanismos que regem a ciclagem da vida na terra, o que os leva a construir princípios de consumo responsável por uma vida sustentável e a encetar e desenvolver pesquisas comprometidas com o uso responsável dos recursos naturais e humanos, para desenvolver a produção orgânica de alimentos e produtos úteis e necessários à vida saudável. O processo produtivo orgânico comprometido com o uso e o manejo sustentável dos recursos naturais dos ecossistemas locais tem na pesquisa comprometida com a vida, a saúde e a sustentabilidade da espécie, e nos princípios do consumo responsável as bases de sua ação de intervenção na realidade humana, social e ambiental, de modo saudável e sustentável.
  4. Terceira esfera de pétalas: instituições e agentes tomadores de decisão, quando em contato direto com a realidade socioambiental de suas comunidades locais e regionais e claramente comprometidos com a qualidade de vida de suas populações, sentem-se estimulados a influenciar a sociedade e seus poderes constituídos a gerarem as legislações necessárias para a defesa da vida, da sanidade e da sustentabilidade local de suas comunidades e para tanto promovem também políticas publicas capazes de prover os mecanismos necessários de programas e projetos para o alcance dos objetivos pretendidos.
Mandala das 12 Pétalas Representativas das Áreas de Ação Institucional da AAO

Comércio Justo e Solidário

A Comercialização Dentro dos Princípios do Comércio Justo

  1. Comercialização e abastecimento de produtos orgânicos à luz do conceito de comercio justo;
  2. Mercados e canais de comercialização convencional de alimentos nos mercados oligopolizados da atualidade;
  3. A comercialização de produtos orgânicos no Brasil: legislações, certificações, selo, fiscalização;
  4. O potencial dos mercados locais e regionais;
  5. A formação dos preços dos produtos orgânicos (custo social de produção; custo ambiental de produção; custo econômico e financeiro de produção);
  6. Os canais de comercialização adotados pela produção de orgânicos;
  7. O sistema de vendas: (vendas diretas a órgãos públicos como merenda escolar; aos consumidores em feiras, delivery com cestas ou kit’s);
  8. O sistema de vendas indiretas: às redes de supermercados; às redes de lojas; às redes de gastronomia;
  9. O associativismo e o cooperativismo no processo da comercialização e do abastecimento local e regional;

A Exportação de Orgânicos no Mercado Globalizado

  1. A globalização da economia;
  2. O mercado internacional e as oportunidades de exportação;
  3. Os produtos do extrativismo das comunidades locais;
  4. A exportação de produtos da monocultura local;
  5. A exportação de produtos da policultura local;
  6. Os arranjos locais e regionais para assegurar a exportação da produção orgânica dentro de normas adequadas de proteção embalagem e tratamento;
  7. A agricultura convencional e seu compromisso com o processo de industrialização, urbanização e tecnificação;
  8. O custo de produção sem incorporação dos custos sociais e ambientais decorrentes do impacto do uso de químicos sintéticos;
  9. O comercio internacional de sementes, insumos, máquinas equipamentos e tecnologias.

Assistência Técnica e Gerencial

A Assistência Técnica e Gerencial Disponível aos Produtores Orgânicos

  1. Os órgãos públicos prestadores de serviços de assistência técnica aos produtores orgânicos;
  2. O papel da CATI no estado de São Paulo, no âmbito da assistência técnica e gerencial aos produtores rurais;
  3. O papel do engenheiro agrônomo extensionista em São Paulo: autônomos e atuando nos setores publico e privado;
  4. O comercio de insumos, máquinas e equipamentos frente aos serviços de assistência técnica e gerencial;
  5. Os serviços de crédito e financiamento para a aquisição de tecnologias de produtos e de serviços autorizados à produção orgânica;
  6. A formação técnica e acadêmica de profissionais de assistência técnica e extensão rural, dentro de princípios de agroecologia e sistemas orgânicos de produção;
  7. A consolidação de Centros de Referencia em Agricultura orgânica para assegurar a cobertura permanente do setor às demandas locais e regionais;
  8. A importância da integração entre os setores públicos e privados no campo do ensino, pesquisa e extensão para o melhor atendimento dos produtores orgânicos em numero cada vez maior de demanda.

A Demanda Efetiva por Assistência Técnica e Gerencial Apropriadas aos Agricultores Orgânicos

  1. Assistência técnica para o planejamento da conversão da propriedade convencional em orgânica;
  2. Assistência técnica para a correção e recuperação da qualidade e capacidade produtiva dos solos rurais;
  3. Assistência técnica e gerencial para implantação de processos produtivos orgânicos nas propriedades convencionais;
  4. Assistência técnica e gerencial de propriedades orgânicas com baixa produtividade e rentabilidade;
  5. Assistência técnica para controle e combate a pragas e doenças nas culturas locais;
  6. Assistência técnica para regularização fundiária e legalização;
  7. Assistências técnica e jurídica para a outorga de água para pequenos produtores rurais;
  8. Assistência técnica para o processamento de alimentos excedentes de safras e para ampliação da rentabilidade agrícola;
  9. Assistência técnica e gerencial para a adequação dos produtores às legislações e suas conformidades.

Consciência Humana, Social e Ambiental

  1. A educação para a formação integral do ser humano;
  2. A convivência para o aprendizado (eu comigo, eu e o outro, eu e a natureza, eu e a sociedade, nós conosco, nós e os outros, nós e a natureza, nós e a sociedade);
  3. A visão sistêmica e dinâmica da realidade, para identificar as leis e os mecanismos que regem a natureza e mantém a vida;
  4. A metodologia do processo de tomada de decisões conscientes e responsáveis;
  5. A educação humana, social, ambiental e espiritual do individuo;
  6. A educação integral para a cidadania, desde a infância até a maturidade;
  7. A importância da educação para a formação ecoprofissional na adolescência, juventude e maturidade;
  8. A preparação para atuar no ecomercado de trabalho e de consumo;
  9. A organização social, o associativismo, o cooperativismo e os arranjos locais para o comercio justo e a sustentabilidade local.

Tecnologias Apropriadas

  1. As tecnologias apropriadas para a produção orgânica;
  2. As tecnologias de produtos e as tecnologias de processos e ou procedimentos;
  3. As chamadas boas práticas na agricultura em busca da sustentabilidade local;
  4. A importância do levantamento, estudo, pesquisa e analise da realidade local da propriedade e de seu entorno para poder planejar e viabilizar o processo produtivo orgânico;
  5. Os fatores condicionantes do sucesso no planejamento da propriedade: estrutura e fertilidade dos solos, topografia, declividade, direção dos ventos, caminho do sol, face de exposição do terreno, temperaturas ao longo das estações, nível de exposição do solo ao sol, riqueza de biodiversidade e cobertura do solo, pluviosidade, umidade relativa do ar e do solo, nível de matéria orgânica no solo, textura e porosidade dos solos; fontes de água potável, áreas de reserva legal e áreas com vegetação arbórea e matas ciliares;
  6. A contextualização na realidade local dos produtores orgânicos das tecnologias sustentáveis em desenvolvimento: sistemas agroflorestais (SAF), permacultura, bioarquitetura, princípios de agroecologia; sistemas de saneamento básico; energias renováveis (eólica, solar, hidráulica, biomassa); sistemas de coleta, tratamento e aproveitamento de águas pluviais e de águas servidas;
  7. A produção e a disponibilização de sementes orgânicas no mercado e a importância dos bancos de sementes locais para trocas regionais;
  8. As instituições públicas comprometidas com programas de pesquisa e desenvolvimento de tecnologias apropriadas na área da agricultura e pecuária orgânicas: MAPA, MDA, MDS, EMBRAPA, UNIVERSIDADES, outras;
  9. O papel das instituições privadas na produção e disseminação de tecnologias apropriadas: comunidades tradicionais, associações de agricultores orgânicos, cooperativas de produtores orgânicos.

Produção Orgânica

A História da Produção Orgânica

  1. Zoneamento do território segundo sua capacidade produtora de alimentos para a população: as áreas urbanas, rurais e peri-urbanas;
  2. Processos produtivos sustentáveis: agricultura orgânica, agroecologia, agricultura biodinâmica, agricultura ecológica, agricultura natural, agricultura biológica, etc;
  3. Agricultura orgânica (policultura e biodiversidade);
  4. Etapas evolutivas do processo produtivo orgânico: Monocultura orgânica; Produtor orgânico; Propriedade orgânica;
  5. A certificação de produtos orgânicos;
  6. Movimentos Orgânicos e Movimentos Agroecológicos;
  7. A expansão da Permacultura, Bioarquitetura, Agrofloresta;
  8. Os assentamentos humanos ecológicos sustentáveis;
  9. Arranjos produtivos e de abastecimento local.

O Processo Produtivo Orgânico

  1. O que é agricultura orgânica;
  2. Os objetivos da produção orgânica;
  3. A importância do equilíbrio ecológico para a sustentabilidade local e a teoria da trofobiose;
  4. O papel da biodiversidade na sanidade das culturas;
  5. O papel da reciclagem da matéria orgânica na continuidade e sustentabilidade da vida do solo e das plantas e o papel de um solo estruturado, fértil e saudável para assegurar produtividade e rentabilidade da produção;
  6. As práticas e procedimentos recomendados da agricultura orgânica e os procedimentos proibidos numa produção orgânica;
  7. Os procedimentos recomendados no manejo das culturas, da água, dos solos, das plantas nativas e dos cuidados na nutrição vegetal e animal;
  8. Os princípios ambientais, técnicos e sociais que asseguram a viabilidade da agricultura orgânica.

Pesquisa comprometida com sustentação, saúde e vida

A Pesquisa Comprometida com a Vida, a Saúde e a Manutenção da Biodiversidade

  1. A pesquisa empírica fruto da convivência no meio;
  2. A pesquisa científica embasada no método e na reprodução da experimentação;
  3. A pesquisa e a difusão dos conhecimentos;
  4. A integração entre ciência e tecnologia;
  5. O papel do IAC e da EMBRAPA na condução da pesquisa na área da produção orgânica;
  6. As demais instituições públicas e privadas de pesquisa no estado de São Paulo que trabalham com produção orgânica: Mokiti Okada, etc;
  7. A UPD de São Roque e sua história de pesquisa, experimentação e difusão da agricultura orgânica na região;
  8. O desenvolvimento da pesquisa empírica e a construção de conhecimentos dos produtores orgânicos no âmbito de suas propriedades e de suas trocas de experiências;
  9. A produção de material didático de consulta e divulgação dos trabalhos de pesquisa em desenvolvimento;
  10. Difusão dos trabalhos científicos sobre a espécie humana e seu contexto natural no planeta terra.

Recursos naturais, Ecossistemas e Biomas Brasil

O Planeta Terra e sua Biodiversidade

  1. Os ecossistemas terrestres;
  2. Os serviços prestados aos seres humanos pelos ecossistemas;
  3. Os importantes biomas brasileiros;
  4. Os recursos naturais: solos, topografia, recursos hídricos, radiações diurnas e noturnas, clima, umidade, pluviosidade, intempéries, ar, ventos, biodiversidade (vegetal, animal, humana, microvida);
  5. Fatores geradores de impactos ambientais;
  6. A pegada ecológica humana e seus impactos no meio natural;
  7. As mudanças climáticas;
  8. A sustentabilidade da biodiversidade no planeta terra;
  9. As necessidades essenciais da espécie humana atendidas pelos ecossistemas naturais.

A Natureza dos Seres Humanos

  1. A espécie humana gerada no planeta terra;
  2. O programa arquétipo de ser humano;
  3. O programa potencial genético individual;
  4. Os aprenderes e inteligências naturais do ser humano;
  5. O papel do meio social, cultural, econômico e político na formação humana;
  6. As etapas da vida humana: concepção, nascimento, infância, adolescência, juventude, maturidade, velhice e morte;
  7. As realizações humanas ao longo de sua história: arte, cultura, tradição religiosa, filosofia, ciência, tecnologia;
  8. O papel das crenças, valores, conceitos, hábitos, costumes, princípios e atitudes na ação humana;
  9. A singularidade do programa individual (dons, habilidades, programa genético, história de vida, oportunidades, competências e níveis de realização desenvolvidos).

O Potencial Realizador dos Seres Humanos

  1. A realização do potencial criativo humano;
  2. A capacidade de leitura e interpretação da realidade pelo ser humano (corpos, sentidos, cérebros, centros de tomada de decisão);
  3. A capacidade de expressão, comunicação e socialização do ser;
  4. A diversidade de modelos humanos (temperamentos, personalidades, comportamentos, dons, habilidades e níveis de consciência);
  5. A singularidade do modelo e da experiência de vida de cada um construindo a rica biodiversidade humana;
  6. A complementaridade existente nessa diversidade humana, para a vida familiar, profissional e social;
  7. Fatores condicionantes do processo de escolha e de tomada de decisão humana;
  8. Compreensão, discernimento, compromisso e responsabilidade no processo de tomar decisão;
  9. A gestão racional e responsável de processos criativos e produtivos humanos conscientes.

Consumo Responsável

O Consumo Responsável e a Saúde Humana

  1. O consumo responsável: o compromisso com a vida, a sanidade e a sustentabilidade local frente à sazonalidade da produção agrícola natural;
  2. A produção orgânica de alimentos, medicamentos e utilitários e seu papel no provimento de saúde para o ser humano e o planeta;
  3. A importância do processamento artesanal e racional de alimentos orgânicos, embalagem e armazenamento, nos períodos de safra;
  4. Os movimentos de consumidores: vegetarianos, veganos, etc;
  5. A preparação de alimentos saudáveis e nutritivos para as diferentes fases da vida humana;
  6. Os cuidados na preparação de refeições para evitar a destruição dos teores nutritivos dos alimentos;
  7. Receitas saudáveis com produtos orgânicos que preservam os teores nutritivos dos alimentos usados;
  8. Questões polêmicas: o plantio e consumo de produtos transgênicos; o uso de micro-ondas no aquecimento de alimentos; a preparação e uso de alimentos congelados; o uso de produtos oriundos da hidroponia; os desperdícios de energia; o descarte de resíduos sólidos na natureza; o reuso de águas servidas após tratamento e reciclagem;
  9. Os novos conceitos paradigmáticos e metodológicos de intervenção sustentável e responsável no meio sócio ambiental: produção limpa, saudável e sustentável de alimentos; processamento artesanal e racional de alimentos; segurança alimentar; comercio justo; ecomercado de trabalho;economia solidária.

O Consumo Responsável e a Sustentabilidade Humana no Planeta

  1. Papel e importância dos consumidores à luz do conceito de consumo responsável;
  2. O nível de compromisso com a vida, a saúde e a sustentabilidade da espécie;
  3. A importância da produção orgânica de alimentos para a saúde humana ao longo de todas as suas etapas de vida;
  4. A importância da produção orgânica para a saúde do planeta;
  5. A importância do consumo de alimentos crus para a saúde humana;
  6. O papel do processamento artesanal de alimentos perecíveis e de safra sazonal para ampliar as possibilidades de consumo humano ao longo do ano;
  7. Lixo: geração, destinação e deposição de resíduos sólidos no meio ambiente;
  8. O processo de tomada de consciência do consumidor responsável e sua ação comprometida com os processos construtivos, éticos e saudáveis;
  9. Cidadania e consumo consciente ou responsável.

Comunidades Locais

Comunidades Locais Comprometidas com a Sustentabilidade

  1. A formação de redes locais e regionais para troca de informações, sementes e tecnologias apropriadas;
  2. Formação de grupos organizados de produtores para assegurar trocas de conhecimentos e tecnologias apropriadas entre si bem como poder criar alternativas de comercialização local e regional;
  3. Formação de grupos organizados de consumidores de orgânicos para compras coletivas com melhoria da alimentação e redução dos custos da sustentabilidade local;
  4. Integração de redes de produtores com redes de consumidores para trocas de informações e geração de arranjos comerciais de interesse comum;
  5. A importância do estimulo à participação das comunidades em movimentos populares para a defesa de seus interesses e poder reivindicar o acesso a políticas publicas de seus interesses;
  6. A importância da participação comunitária nos Comitês e Conselhos municipais em defesa da melhoria na qualidade de vida da população e do meio ambiente em lhe prestar serviços essenciais;
  7. Resgate das organizações comunitárias para as partilhas de trabalho e conhecimento local, para tornar possível o maior investimento na infraestrutura de saúde, educação, transporte, segurança e conscientização humana, social e ambiental dessas comunidades;
  8. Investir na integração de produtores com consumidores; de produtores com seus trabalhadores; e de produtores orgânicos com as populações tradicionais do entorno, para socialização dos saberes e das problemáticas para melhor debater as buscas coletivas de soluções sustentáveis;
  9. Articular as múltiplas instituições que possam dar suporte à viabilização e operacionalização das políticas públicas de produção, processamento, comercialização, exportação, crédito, financiamento, incentivos fiscais, assistência técnica e gerencial, pesquisa, formação e capacitação, fiscalização, vistorias, levantamentos, recenseamentos e gestão de programas.

Políticas Públicas

Políticas Públicas Comprometidas com a Sustentabilidade Local de suas Populações

  1. A formulação de Políticas Públicas de consolidação da produção e abastecimento de orgânicos, com foco na importância das interações intersetoriais para sua efetivação e enraizamento na realidade de suas comunidades locais;
  2. Estudos das cadeias produtivas de orgânicos para gerar apoios aos processos de produção, de processamentos artesanais, de comercialização, de consumo e de exportação;
  3. Formação e capacitação de produtores, de trabalhadores, de profissionais de extensão e assistência técnica, professores de ensino técnico e universitário e de pesquisadores para assegurar o suporte à produção, processamento, comercialização e abastecimento de orgânicos a toda a população brasileira;
  4. Suporte para a viabilização da produção e fornecimento de sementes, insumos e ferramental apropriado aos orgânicos;
  5. Viabilização de sistemas de crédito e incentivos fiscais, para a conversão e consolidação de produtores e propriedades em sistemas orgânicos e sustentáveis;
  6. Fornecimento e aprimoramento de serviços de assistência técnica e gerencial aos produtores orgânicos;
  7. Inserção de produtores orgânicos nos benefícios das políticas públicas de crédito de carbono, pagamento por serviços ambientais e outros mecanismos em desenvolvimento;
  8. Estimulo à produção de materiais didáticos tais como manuais, cadernos e apostilas orientadoras de produtores, processadores, comerciantes e diferentes públicos consumidores de orgânicos;
  9. Desenvolvimento de linhas de pesquisa comprometidas com os processos produtivos sustentáveis, com a qualidade dos produtos, das relações interpessoais e interinstitucionais e da fiscalização para assegurar o controle da qualidade em defesa dos consumidores e do meio ambiente.

Instituições Tomadoras de Decisão

Instituições e representações de tomadores de decisão

  1. A integração dos diferentes ministérios públicos no compromisso de participar e apoiar a busca conjunta e complementar de soluções coletivas da população;
  2. A importância de estimular a integração intersecretarial das prefeituras no trato das questões de melhoria da qualidade de vida local, uma vez que a solução dos problemas humanos, sociais e ambientais são altamente interligadas e interdependentes;
  3. A arte de trabalhar pela integração de todos os movimentos comprometidos com a sustentabilidade de modo a construir consensos e unir forças que acelerem a correção das diversas falhas e omissões existentes na atualidade;
  4. Integrar as legislações da esfera federal com as demais esferas estaduais e municipais para garantir a sua eficácia na aplicação dos contextos locais;
  5. Estimular a ampliação e consolidação da criação de órgãos e instâncias de participação institucional e de representação dos setores público, privado e da sociedade civil organizada, para aperfeiçoamento do sistema democrático e da participação dos diferentes movimentos populares nas tomadas de decisão, tanto nas esferas das legislações quanto da formulação de políticas públicas;
  6. A importância da mídia no processo informativo e organizacional das comunidades e instituições tomadoras de decisão;
  7. O papel da informática e da globalização da informação, permitindo a comunicação em tempo real e contribuindo para a formação de redes e construção de massa critica para a tomada de decisões;

Legislações

Legislações e Normatizações

  1. Legislações: humanas, sociais, econômicas, políticas, fiscais, industriais, urbanização, mineração, ambientais, e outras frente às legislações e normatizações da esfera orgânica quanto a produção, processamento, comercialização, exportação, importação, fiscalização e vigilância sanitária;
  2. Legislações federais condicionantes da produção e comercialização de orgânicos;
  3. Legislações estaduais condicionantes da viabilização e expansão da produção e comercialização de orgânicos;
  4. Legislações municipais condicionantes da viabilização e expansão da produção e comercialização de orgânicos;
  5. O papel da mídia e dos meios de comunicação para o reconhecimento da importância, viabilização e expansão da produção e comercialização de orgânicos;
  6. A integração dos movimentos de consumidores e de produtores orgânicos para a formulação de legislações apropriadas que amparem e regularizem o acesso e o abastecimento de orgânicos;
  7. A interação entre ministérios para assegurar a coerência, a funcionalidade e a complementaridade das legislações em todas as esferas federais, estaduais e municipais;
  8. O Sistema Brasileiro de Avaliação da Conformidade Orgânica integrado pelos Sistemas Participativos de Garantia da Qualidade Orgânica e pela Certificação por Auditoria;
  9. As principais questões sobre certificação: o que é certificação de produtos orgânicos; porque certificar; quem pode certificar; como se faz a certificação; quanto tempo leva; quais são as vantagens;